Casos de dengue caem na região, mas verão está em alerta – Diário do Grande ABC

O início do verão começa com os cuidados para evitar a propagação Aedes aegyptiE os mosquitos transmissores da dengue, Zika e chikungunya. O inseto depende do calor e da umidade para se reproduzir, por isso essa época do ano é considerada a mais importante. A boa notícia é que os casos de dengue diminuíram 90,2% – de 1.407 casos em 2019 para 138 neste ano – na região do grande ABC devido à nova epidemia de coronavírus e ao regime de chuvas irregular. Neste mês, o Ministério da Saúde divulgou alerta sobre o assunto.

Segundo Marta Marcondes, bióloga e professora da USCS (Universidade Municipal de São Caetano), a quarentena se beneficiou do controle de infestações do mosquito, pois as pessoas ficavam em casa e podem ter identificado pontos de acúmulo de água.

“Também temos que lembrar que tivemos muito pouca chuva, pois agora começaram as chuvas que deveriam começar em meados de setembro (em dezembro) Conseqüentemente, diminuíram as chances de estagnação de água em locais como os vagos. ”De janeiro a novembro deste ano, foram registrados 69 casos de dengue em São Bernardo, 40 em Santo André, 17 em Diadema, e 11 em Ribeirão Pires e um em São Caetano. Quanto ao vírus Zika, houve apenas um diagnóstico em São Bernardo.

Os municípios da região não levaram em consideração os casos de chikungunya e não houve óbitos por doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. Apenas as prefeituras de Mauá e Rio Grande da Serra não divulgaram os números até o fechamento desta edição.

Marta observa que além do interesse das pessoas em evitar o acúmulo de água no domicílio, é preciso a atenção do governo e dos próprios moradores, que podem relatar problemas relacionados a terrenos e propriedades abandonadas, imóveis comerciais vazios, escolas, que também estão vazias devido à epidemia e áreas viciadas em acúmulo de lixo e espaços públicos. Como quadrados. “Os mosquitos são muito pequenos e as larvas também. Então, é claro, eles podem se reproduzir em qualquer canto da água parada.”

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Para o professor da USCS, as prefeituras devem manter procedimentos educativos contra o mosquito, além de visitar as equipes de vigilância da propriedade, mesmo em caso de epidemia. Porém, as secretarias também devem designar os bairros com maior concentração de casos de dengue.

Isso porque o Aedes aegypt não transmite nenhuma doença, a menos que seja picado por uma pessoa com vírus. Esses sites (Com a alta incidência) Ele deve receber uma visão mais precisa do poder público para conter o fator de transmissão ”, destaca.

Existem quatro tipos de vírus causadores da dengue no Brasil. Uma pessoa infectada com um não está imune aos outros. Os sintomas são os mesmos para todas as variedades: febre, dor de cabeça, dor nos olhos, dor nas costas, manchas no corpo e, em casos raros, leve sangramento na boca, urina ou nariz. Deve-se observar que a doença pode agravar o estado de pacientes com Covid-19, pois pode interferir em aspectos de doenças do sangue e causar fisiopatologia não controlada, ou seja, um desequilíbrio dos sistemas e sistemas do corpo humano.

Ao serem questionados, cinco das sete prefeituras da região garantiram a manutenção dos procedimentos de fiscalização para conter o surto de dengue.

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