2018 será um ano de mudanças no Intermarché de Oliveira de Azeméis

2018 será um ano de mudanças no Intermarché de Oliveira de Azeméis

Por Redação / Negócios / quarta, 02 agosto 2017 15:24

Novidades na Galeria e eventos para a comunidade são alguns dos projetos na ‘calha’.

 “Cinco anos depois de ter chegado a Oliveira de Azeméis, o balanço que faço não pode deixar de ser positivo”. Palavras de Francisco Viana, aderente da Loja Intermarché de Oliveira de Azeméis há cinco anos, que esteve à conversa com o CidadesOnline.

“Temos uma superfície mais agradável e mais organizada do que antes, uma equipa mais atenciosa e prestamos serviços que não se prestavam”, conta o aderente. “O volume de negócios tem vindo a subir mesmo com a concorrência a diversificar a oferta nos seus espaços”, avalia.

Para o empresário, vendo a situação a partir do prisma da conjuntura geral, é possível fazer um balanço positivo. O número de clientes não deixou de aumentar, tal como a fidelização destes.

“O posto de abastecimento de combustível veio também alterar o conceito da estrutura e continua a ser uma secção muito importante para a empresa e para os resultados da mesma”. Não esquecendo que também aí a concorrência se fez notar. O que só por si indica a oferta de um bom produto a um bom preço. “Tal é o princípio pelo qual nos regemos: desenvolver a economia local, satisfazer o maior número de pessoas possível, proporcionando-lhes relação preço/qualidade, estabelecer ligações comerciais com produtores locais e empregar o maior número de trabalhadores possível, não esquecendo os resultados da empresa”.

A contribuir também para o desenvolvimento do concelho

“Desta forma contribuimos para o desenvolvimento do concelho e da cidade em si, tornando-a mais apetecível a todos os níveis. Não podemos deixar de salientar também os serviços prestados no Vila Marché”, acrescenta o empresário.     

Oliveira de Azeméis surgiu na vida de Francisco Viana no ano em que este acabou a sua formação. “Gostei da superfície, gostei da cidade em si, que sem ser do interior não é do litoral. É agradável para viver. Voltaria hoje a tomar a mesma decisão”.

A inovação é um assunto premente para o empresário: “há muitas modificações que têm de ser feitas nesta superfície. Talvez já não sejam para este ano, mas para o ano o supermercado tem de dar um salto”.

A transformação está para chegar em 2018

Segundo confidencia Francisco Viana, o Intermarché está a preparar-se há já muito tempo para sofrer transformações no ano que vem. A propósito do Vila Marché, o aderente explica que este foi criado porque se fez um estudo de mercado. Esse estudo de mercado englobava uma população de 59.600 habitantes – a população do concelho.

“Impunha-se um Intermarché no concelho dentro de uma infra-estrutura como a que temos para assim podermos servir bem e a bom preço. Como tal, impunha-se uma estrutura como esta”, vinca.

O empresário frisa que o Intermarché tem experimentado um incremento constante em termos de clientela de há quatro anos para cá. Mas não só. “2013 foi o ano em que entrámos e quisemos mostrar que vínhamos para ficar. Depois as contas equilibraram-se, de maneira que podemos dizer que estamos contentes”.

Uma galeria diversificada

Francisco Viana aponta ainda que se implantou, de igual forma e no ano passado, um restaurante para dinamizar a galeria.

O  aderente quer, todavia, mais duas lojas arrendadas, já que esta tem ainda espaços para arrendar. “Não faltam pessoas. O supermercado em si vai ficar muito mais apelativo”, sublinha.

A galeria comercial dispõe de um vasto número de serviços desde o salão de cabeleireiros Victor Hugo Paris, o Kiosk Tabacaria - com jogos da Santa Casa -, o estabelecimento Carlos Santos, de venda de produtos cosméticos, a sapataria Totty, o Samipe Fashion, pronto-a-vestir para homem e senhora, o Bricomarché e a NeurónioMotriz, agência de publicidade e marketing, que detém igualmente o jornal CidadesOnline. O parque inclui também uma lavandaria, disponível 24 horas por dia.

O empresário fala igualmente em dinamizar mais ainda a galeria e de fazer exposições ou outras actividades para cativar mais público. “Já realizámos eventos, mas falta-nos fazer uma exposição de carros antigos, que já era para ter sido feita. Há muito mais coisas que faltam fazer. Escolas de ginástica e de dança podem fazer aqui exibições”, propõe.

Francisco Viana alerta ainda para a necessidade de se concluir a ligação que vai da Rotunda do Intermarché a Macinhata da Seixa, possibilitando uma entrada na Cidade mais condizente.

O empresário assinala, por fim, que todas as festas e todos os eventos que se realizam na cidade ou nas freguesias do concelho são sempre importantes para o Intermarché.

A esse propósito, deixa os seus votos para as festas de Nossa Senhora de La-Salette, que já se avizinham. “Que corra tudo bem, que sejam umas festas muito agradáveis, que toda a gente se divirta e que chamem o maior número de pessoas possível, ainda mais que no ano passado”.

Diárias do ‘Sabores’ cada vez mais procuradas

 

Francisco Viana alerta para a necessidade de se concluir a ligação que vai da Rotunda do Intermarché a Macinhata da Seixa , possibilitando uma entrada na cidade mais condizente. Até porque no seu plano de intenções há ainda uma obra que é urgente realizar – a construção de um parque de auto-caravanas. “É um sonho que já vem do ano passado e que está a andar para a frente”, confidencia.

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