Arouca volta a recriar a História do seu mosteiro com programa alargado e algumas novidades

Arouca volta a recriar a História do seu mosteiro com programa alargado e algumas novidades

Por Redação / Arouca / quarta, 13 junho 2018 15:56

Está de volta o único evento em Portugal que recria a vida quotidiana no interior de um mosteiro feminino. "Arouca, História de um Mosteiro" é o nome do evento que abrirá as portas do Mosteiro de Arouca ao público, entre os dias 13 e 22 de julho. Serão quase dez dias de festa e de uma viagem no tempo até ao século XVIII. Este ano o programa é mais alargado e apresenta algumas novidades.

Para além do aumento do número de dias de programação, em 2018 "Arouca, História de um Mosteiro" abarca dois momentos distintos: "Retratos do Barroco" e "Recriação Histórica".

O primeiro decorre de 13 a 18 de julho. Ao longo destes dias, o Mosteiro de Arouca será o palco da transmissão de saber e experiências da época barroca. O visitante terá a oportunidade de descobrir os espaços conventuais ao mesmo tempo que poderá saborear a doçaria de Cister, assistir a concertos e espetáculos de teatro, tomar parte num jantar barroco e saber mais sobre iluminura e farmácia daquela época.

A verdadeira recriação da vida quotidiana no interior do Mosteiro de Arouca - "Recriação Histórica" - começa a 20 de julho e prolonga-se até ao dia 22. A vila veste-se a rigor para a festa de S. Bernardo. Viaja-se até ao tempo em que as freiras habitavam o convento. As monjas voltam a respeitar os seus tempos de oração no cadeiral, regem a sua vida na sala do capítulo, dedicam-se às artes e aos cuidados médicos. Chegam individualidades de toda a parte que se cruzam com o povo que, sem sair da sombra do mosteiro, canta e dança enquanto descansa do labor dos seus ofícios.

Revivem-se episódios das lutas liberais, mas também momentos da vida religiosa, com destaque para a eleição da abadessa, figura de poder religioso e temporal por estas terras, para a tonsura, o momento em que as noviças renunciam às vaidades do mundo, cortando os cabelos e largando as suas vestes laicais, e para a morte da última freira. Apesar da lonjura, religiosas e povo sentem as repercussões do mais destrutivo sismo de que há registo em Portugal: o terramoto de 1755, em Lisboa.

As portas do Mosteiro de Arouca abrem-se de 13 a 22 de julho.

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